Há décadas jornalistas do mundo inteiro – inclusive do Brasil – denigrem o Irã, e no bojo dessa difamação, expõem a mulher iraniana de maneira totalmente equivocada. As mídias as mostram como silenciadas, oprimidas e confinadas a papéis rigidamente definidos. Essa narrativa é tão difundida que acaba adquirindo aparência de verdade incontestável. No entanto, quando pegamos a realidade do Irã e confrontamos com a difamação mostrada, por exemplo, nas na TV Globo, na Record e mídia afora - salvas raras exceções -, nos convencemos de que há uma intenção clara de depreciar esse país incrível. Isso é fruto do lobby de Israel e EUA. Particularmente acredito que há jornalistas quem nem sabem disso e jornalistas que sabem e alimentam ainda mais o equívoco.
Este blog traz histórias conhecidas e desconhecidas sobre Parnamirim e imediações, frutos de estudos, leituras de biografias, pesquisas e trabalhos de História Oral, poemas, contos, crônicas, opinião, folclore, sugestão etc. Esse blog não tem caráter jornalístico nem preocupação diária com postagens, tendo em vista que o autor criou este equipamento como passatempo.
QUANDO DIMINUIR A MULHER IRANIANA É PROJETO JORNALÍSTICO...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA LITERATURA... CAMÕES E MACHADO CHORAM...

Dom Quixote é difícil? Como ler sem se perder (ou desistir)
Agora imagine você lendo um autor ou autora que
chorou lágrimas de sangue para produzir um clássico que que viverá eternamente
grudado na humanidade, que seus hexanetos o estarão lendo... que o futuro
infinito o estará lendo...
Manoel de Barros declarou que “escrever sangra”.
Ele quis dizer que é delicioso escrever, mas sangra, pois é trabalho minucioso,
pesado, medido, pincelado, aparado, rasgado, jogado no lixo, recuperado,
editado, e, nesse mister, o cérebro sua, cansa, e o medo de ser condenado,
incompreendido e crucificado orbita... Isso é sangrar, pois também é
sofrível... Um sofrível que nos possui como possessão,, pois não conseguimos livramento.
Escrever leva tempo, conhecimento, pesquisa,
formação, leitura, estudo, desafios, noites de sono, entraves... A obra para,
estaciona, fica esquecida, é retomada, é relida, é aparada, mexida, remexida e
publicada. Um livro saído do cérebro de um escritor é um filho que até mesmo o
pai sentiu a gestação, pois o viu nascer, engatinhar, andar e ser convidado a
estar sob os olhos das crianças e dos adultos. É o filho que ouviu nossos
puxões de orelha e sentiu a nossa palavra de aprovação.
Todo livro carrega histórias de bastidores
inimagináveis. O computador que pifou. O texto que sumiu. O reencontro, a
reescrita. As anotações dos insights madrugadores. A visita ao local de
inspiração. O carro que quebrou. A xícara de café que virou sobre as anotações.
O copo de água gelada que caiu nos teclados... O dinheiro que faltou na hora de
pagar a xerox (pois livro tem que ser lido e corrigido a grafite, no papel)...
A escrita verdadeira,
assim como a pintura verdadeira, como a música verdadeira, precisa ser
reconhecida pelo leitor: “isso é de fulano”... “isso é de siclano”. Igual ver uma tela de van Gogh, Doryan Gray... É como RG.
Escrever é feito de
todas as sensações. Uma simples poesia, uma prosa poética, pode ter uma
história de meses ou até anos, pois é inconcebível a obra que não perpassou
pelas veias, pelo coração, pelos neurônios... é inconcebível a escrita que não
veio dos dedentros humanos... que não foi julgada pela nossa coragem, pelo
nosso medo, que não perpassou por nossa sentença... que não foi lida por um
amigo íntimo antes de perpassar pelas bobinas das máquinas...
Eu acredito no homem, na palavra que não brotou em
segundos, gerada por condicionamento maquinal, oriunda dos submundos da
inverdade e da frieza, mas que foi gerada como uma jaca, embu, graviola,
melancia, macaxeira... a palavra que foi gerada como filho, que perpassou por
dor, suor, lágrimas, alegria, êxtase, paz, felicidade plena... A palavra que tem impressão digital...
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